A HISTÓRIA DA OPRESSÃO COLONIAL
PORTUGUESA NA NAÇÃO LUSITANA
-A Lusitânia foi conquistada pelas
legiões romanas no ano 25 do Primeiro século antes de
Cristo, embora se tenham dado levantamentos esporádicos contra
as forças de ocupação ao serviço de Roma,
alguns anos após aquela data, e após longas guerras
que quase dizimaram o nosso povo. A partir daí, a Lusitânia
tem permanecido em mãos de forças estrangeiras; depois
dos romanos vieram os povos Germânicos, depois os povos Islamizados
Árabes, e outros mais. Até ao ano 1100, quando povos
franco-latinizados pela Igreja Cristã de Roma colocaram no
poder as elites neolatinas Ibéricas e Portuguesas, assim nasceu
um novo país independente, Portugal, e se esqueceu uma nação
antiga e os seus actuais descendentes directos, a Lusitânia.
Hoje continuamos a ser governados pelos Portugueses de Lisboa.
-A população da Lusitânia
histórica é de quase 2 milhões de habitantes
(que vivem na região "portuguesa" da Beira interior,
distritos de Viseu, Guarda e Castelo Branco, mais alguns concelhos
dos distritos vizinhos), a esse número deve-se acrescentar
os 5 milhões de habitantes que vivem na Grande Lusitânia
(Lusitânia e nações aliadas), que engloba a Beira
Litoral, Portalegre, Minho e Trás-os-Montes. Com um total de
7 milhões de habitantes, a Lusitânia é maior que
muitos países do mundo e até mesmo da União Europeia,
como a dinamarca, a Finlândia, a bulgária, a Lituânia,
etc.
-Mais grave ainda, a Lusitânia hoje não tem qualquer
grau de autonomia política. Estando na verdade dividida em
dezenas de concelhos e distritos sob a típica, cobarde e repressiva
máxima política Portuguesa de dividir para reinar.
-A Lusitânia histórica na região montanhosa da
Beira Interior, não tem lógicamente portos comerciais,
contudo a Grande Lusitânia composta por nações
aliadas dos Lusitanos, a Calécia e a Turdulândia, esta
última na Beira Litoral, já tem inúmeros portos
no oceano Atlântico.
-Os Lusitanos ainda não são reconhecidos oficialmente
pelo Estado Português como uma comunidade ou grupo étnico,
isto quando na verdade mais de noventa por cento da população
das aldeias, vilas e povoações da Lusitânia são
Lusitanos étnicamente puros! Em vez de reconhecer a existência
do povo Lusitano, o governo e as autoridades Portuguesas querem-nos
fazer crêr que nós somos todos neo-latinos Portugueses!
Bem, certamente que nós não somos de Lisboa ou do Porto!
E muito menos, como montanheses, temos qualquer descendência
latina ou romana. Aliás, nem Portugal é um país
latino, porque étnicamente e culturalmente os Portugueses não
são latinos, o que os Portugueses são é um povo
(ou um país) com uma língua de influência latina.
Também é correcto dizer que as suas elites políticas
e sociais adoptaram originalmente a cultura latina, e ultimamante
a anglo-saxónica. bom, todos nóssabemos que as elites
traidoras e repressivas, para não perderem todos os seus privilégios,
colaboram sempre com as potências estrangeiras que ocupam oseu
país, sejam elas quem forem!
-A antiga língua Lusitana que no passado foi falada na Lusitânia
pelos seus nativos originais Lusitanos, extinguiu-se completamente
no ano 300 depois de Cristo, devido à forte repressão
por parte das potências ocupantes, embora algumas palavras do
antigo Lusitano fossem adoptadas na língua Portuguesa. hoje
em dia, não existem nativos que falem a antiga língua.
Nem quase existem escritos, o pouco que existe e escapou de ser destruído,
são vocábulos fortemente latinizados. Outro facto muito
importante, os Lusitanos que falam o dialecto Beirão do "Português"
neo-latino, são muito ridicularizados e desprezados pelos Portugueses
e o poder Central! Contudo, alguns Lusitanos nacionalistas, falam
hoje a moderna e reconstruída língua Lusitânica,
baseada no antigo idioma Lusitano.
-Milhares de Lusitanos morreram ou foram enviados para morrer nas
guerras (como as guerras coloniais, as guerras ibéricas contra
Espanha, a guerra napoleónica anglo-francesa, etc.) feitas
pelo poder central Português durante séculos! E o povo
Lusitano alguma vez foi consultado sobre isso? Não!
-Muitos trabalhadores, operários e
camponeses, da Lusitânia transformaram-se nos melhores líderes
da classe trabalhadora Lusitana e também da Portuguesa.
-Biliões de Euros (no passado eram Escudos) de tributo (ou
como a classe política Portuguesa chama a isto, de taxas) pagos
pelos Lusitanos a Lisboa (o Porto também lucra com a chantagem
e a corrupção) todos os anos, ficam na capital, entrando
nos bolsos da classe política e da elite socio-económica
corrupta Portuguesa. Fazendo assim, com que o desenvolvimento económico
e o atraso de infraestrusturas e de saneamento básicos das
populações Lusitanas sejam os mais atrasados e pobres
de Portugal. Esta grande roubalheira e ladroagem não pode continuar!
Uma Lusitânia independente saberá destribuir melhor as
riquezas da nossa terra por todo o povo, e não apenas para
alguns aristocrátas chulecos e burgueses ricos como fazem em
Lisboa e no Porto os Portugueses submetidos ao poder económico
do capitalismo internacional e estrangeiro!
-Os interesses nacionais Lusitanos não estão representados
no estrangeiro. Nem nenhum país no mundo reconhece a existência
da Lusitânia como uma nação oprimida e com uma
identidade própria. Tudo isto é devido ao medo de retaliação
que a mafia Portuguesa e os seus serventários (políticos,
forças para-militares, igreja, funcionários públicos,
administradores, etc) poderão fazer!
-A imprensa e todos os meios de comunicação
social Portugueses dominados pela oligarquia Portuguesa ou prostituídos
ao seu poder sócio-político, tem tido tanto sucesso
em manter o Nacionalismo Lusitano esquecido da agenda e da actualidade
(eles praticam a auto-censura, ou seja, não noticiam factos
que possam pôr em causa o regime, a actualidade e o poder das
classes dirigentes Portuguesas), que a maior parte do povo Português
e mesmo de alguns Lusitanos, nunca ouviram falar nada sobre a realidade
cultural e política Lusitana!
-Os trabalhadores Lusitanos são vítima
de uma elevada taxa de desemprego, consideravelmente maior do que
aquela que se regista nas outras regiões Portuguesas.
-Nos últimos anos, o governo burguês
do traidor José Sócrates tem fechado um grande número
de escolas, de centros para a terceira idade, de hospitais e de maternidades
em muitas cidades do interior da Lusitânia. O que é que
se pretende com isto? Será que os governantes Portugueses não
querem que os Lusitanos nasçam e vivam na sua terra? Parece
que sim. Ao impedir o acesso à cultura, à informação,
à identidade, à saúde e ao bem-estar de um povo,
o governo Português está simplesmente a fazer silenciosamente
um Genocídio étnico-cultural contra o povo Lusitano!
-As forças do aparelho repressivo Português (exército,
GNR e polícia) têm bases e postos de ocupação
em todo o território da Lusitânia ocupada. E as nossas
populações Lusitanas estão tão subjugadas
por este poder repressivo que é impossível ocurrer qualquer
rebelião popular. Então, o que é que este exército
de ocupação está fazendo na nossa terra?
OS FACTOS FALAM POR SI